
Hoje estou focada em mim. Nos meus planos e roteiros.No que planejei e não deu certo. E no que aconteceu de bom, mesmo que eu não tenha nem sonhado...Pois é, né? A gente faz tantos planos, faz e acontece, grita e esperneia. E o que tem que ser, é.
Temos um grande aliado que é o nosso livre arbítrio. Nosso poder de escolha. Nossa grande responsabilidade. Mas quando chega a hora, ermorecemos, fracos e abatidos, por não sabermos que direção dar aos nossos caminhos.
Se acertamos foi porque somos espertos, infalíveis...se erramos, foi a vida que escolheu!
Pois é. Estamos sempre responsabilizando alguem pelos desacertos que acontecem com a gente por aí. Nunca erramos porque não estávamos preparados para viver determinada coisa. O bom emprego, o namorado bacana, a viajem dos sonhos...temos que estar preparados para quando a felicidade, a alegria, os bons momentos baterem à nossa porta. Esse é o grande barato de se ter essa experiência na carne.
Prosperidade! Felicidade! Saúde! Não são apenas palavras. São metas. Objetivo! Alvo!
Preparar-se para esses momentos tão gloriosos de felicidade é estar limpo de mágoa, arrependimento, insatisfação ou dor moral. Ter sempre em mente que somos nós os grandes detentores da felicidade, do bem-estar que acomete aos vencedores. Somos os únicos responsáveis por tudo, absolutamente tudo, que nos acontece.
Então, que paremos de justificar os nossos fracassos, acusando a vida de inércia. De sem graça. De banal. De sem propósito! Por que ela, a VIDA, é muito mais do que nossa pequena sapiência humana poderia entender. Ela é a nossa chave. Aquela que abrirá os portões da nossa conciência e dará uma nobre razão a essa existência.
Pois eu não estou aqui à passeio e certamente voce também não está. Desta forma, que possamos todos trabalhar na construção de um novo ser, com todas as possibilidades de evolução e com o único caminho: O do BEM.
Se conseguirmos, foi graças a nós. E se falharmos, também!
Marcadores: banal, chave, conciencia, escolha, evolução, humana, possibilidades, propositos, sapiencia, vida
Morre lentamente quem se deixa sem esperança, luz e proteção. Quem pela vida não luta. Não vai em frente. Vive de ilusão!
Morre lentamente quem não sonha. Não projeta. Não arquiteta planos.
Morre lentamente quem rumina mágoas, afrontas, remorsos. Quem não digere erros, enganos e lastima o que não viveu, porque estava em frangalhos, divididos ou vendidos ao desamor.
Morre lentamente quem olha para o chão. Vive de passado, albúm de retratos, palavras não ditas, sonhos que não realizou. Amor que não se fez!
Morre lentamente quem vê a tristeza como causa natural, inerente à nós, pobres mortais. Porque pior que ser infeliz é aceitar essa condição e deixar de lutar para trazer vida ao coração!
Morre lentamente quem se senta em frente ao fogo do paraíso, mas teima em não se queimar!
E voce, qual a sua maneira peculiar de se deixar morrer lentamente?
Homenagem para meus pequenos gigantes...meus filhos, Renan e Lucca.
Tem sempre alguém que gosta de fazer essa pergunta. E nossa tendência é mentir...
Mas se refletirmos e enumerarmos os anos que passaram - os que já não temos mais, veremos que somos a soma de cada um deles.
São tempos que pertencem ao passado. Se foram anos felizes ou não, bem ou mal aproveitados, se foram...Não mais os teremos de volta. Foi um tempo, que o tempo nos deu para crescer. Para que pudéssemos plantar as sementes escolhidas. Para sorrirmos na aurora de nossa vida e cantarmos as músicas que a gente queria ouvir. Às vezes ele, o tempo, foi dolorido, sem graça, outras tantas, foi sublime. Nos presenteou com uma bússola única: Nosso Coração. Esse só o tempo faz ficar grande, generoso ou não. Sempre valendo as nossas escolhas.
Que bom que as tivemos!
Agora que eles se foram, não podemos fazer uso deles. Só podemos aproveitar as lições que nos trouxeram cada um deles e responder:
-ESPERO TER MUITOS ANOS! TANTOS QUE NÃO PODEREI CONTAR...
Porque eles virão. Significarão os anos que me restam para viver, para buscar a felicidade, o conhecimento e desbravar a ventura de viver todos os dias que ainda terei, atenta, com coragem e paciência.
Depositarei nesses anos futuros toda a minha calma e a minha alma. Meus planos, desejos e esperança, para quando chegar o fim, poder dizer:
“FIZ TUDO COMO PLANEJEI. SE DEU CERTO, FOI GRAÇAS A MIM. SE ERREI, PACIENCIA, OS ANJOS NEM SEMPRE ACERTAM...”
Do mesmo modo que ele chega; terno, amigo, cúmplice, companheiro, ele se vai, por entre nossos dedos, escoando num ritmo lento, que tantas vezes não prestamos atenção.
Ele se vai numa frase dura, dita de qualquer maneira ou numa cena de ciúme infame.
Num olhar que se perdeu ao longe ou nas mãos que já não se alcançam mais e vazias, procuram novos destinos.
No apoio que não veio quando era o que você esperava.
Na data do primeiro encontro esquecida, colocada de lado, como se fosse uma memória inútil.
Nas lembranças dos dias felizes que não contam mais, se perderam no tempo.
No coração que não pulsa mais acelerado, quando o encontro é incerto.
Na emoção de comprar um presente sem data marcada e ficar apenas no desejo.
Não fazer valer à pena!
Não deixar o ritmo dos corpos ter a mesma cadência única e incomparável.
O amor se vai numa fração de segundos!
Quando percebemos, já era!
E não fazemos isso tudo por querer. Não é de caso pensado.
Acontece!
Não prestamos atenção no outro. Não escutamos o que ele tem a dizer. Não percebemos seus olhares perdidos, vagos, quietos, como se não pertencessemos mais ao mundo dantes compartilhado.
E o amor já era...
Ele, definitivamente, foi alegrar outros campos, outras eras.
Foi habitar outros sonhos, de mãos dadas com a vida. Buscar novos parceiros. Permear novos caminhos.
E você fica alí, sofrendo a angústia do fracasso, de não ter conseguido manter o amor cativo aos teus calcanhares enquanto vivia sua vida. Quando não crescia!
Enquanto permitia que teus dias passassem por passar...
Não priorizava seu próprio amor...e nem o amor próprio!
seu jeito de ser...
sua maneira de ver as nuaces da vida que se estendia diantes do seu olhar.
Ninguém é culpado quando o amor se vai. Pelo simples fato de que ninguém suporta uma relação unilateral.
Ele deixa uma porta aberta para o próximo amor, que juramos, que desta vez, será diferente! E sempre é...finalmente!


Regras: pegue o selinho, responda a pergunta (O que é mágico para você?), repasse para 10 blogs, indique de onde ganhou o selinho e ilustre com uma imagem.
O que é mágico para mim?
Nossa! Difícil isso...até porque vejo magia em tantas coisas! Mas, vou como Jack, por partes:
*O nascer de uma criança; O afago de quem se ama; O entardecer na praia; Um dia de sol depois da tempestade; A paixão que nasce num primeiro olhar; Os acordes de uma música; As cores do arco-iris... *Mágico, mágico mesmo, é sonhar e ver o sonho desenvolver-se até o fim.
Os 10 Blogs que indico: